Parabéns ao Vencedores do Global Innovation Tournament (GIT) 2009

9 de Dezembro, 2009

1000 videos e 31 países concorreram ao prémio GIT, no âmbito da Semana Global do Empreendedorismo.

O júri composto por representantes da Stanford University, outras faculdades, investidores, empreendedores, executivos de empresas como  Intuit, Deloitte e Logitech depois de visionar todos os trabalhos, premiou 22 videos. Veja-os aqui http://www.surveymonkey.com/s/82WHJYG

Amadora Empreende

19 de Novembro, 2009

A Câmara Municipal da Amadora está a promover o empreendedorismo junto dos jovens do conselho.

No dia 21 de Novembro vamos ter a possibilidade de ver os projectos finalistas e concluir assim como tem sido recebido esta temática do empreendedorismo junto dos jovens.

Para ficar a saber mais aqui fica o convite.

Confirma-se a participação de Snoop Dogg num evento oficial da GEW nos EUA!

11 de Novembro, 2009

Se já ouviste a música de Snoop Dogg, agora podes ouvir o que ele tem para dizer sobre empreendedorismo. “Mentoring Madness” é a actividade que vai contar com a participação do cantor. Snoop Dogg vai contar a sua história enquanto empreendedor e estará disponível para responder a todas as questões feitas pelos participantes e ainda terão o privilégio de ouvir os conselhos deste grande nome da música!

SGE09 Portugal

Princesa Maxima e o galardoado com Prémio Nobel da Paz, Dr. Yunus, participam na GEW09

10 de Novembro, 2009

A princesa da Holanda, Princesa Maxima, vai participar num evento da Semana Global do Empreendedorismo em Moscovo, no dia 17 de Novembro, em conjunto com o galardoado com o Prémio Nobel da Paz, Dr. Muhammad Yunus. Ambos irão discutir e apresentar o financiamento através do micro crédito.

Empreender e o Medo de Falhar!

3 de Novembro, 2009

Tendo por base a análise levada a cabo por diversos instrumentos nacionais e internacionais, nomeadamente pelo próprio GEM – Global Entrepreneurship Monitor | 2009 e também a experiência de acompanhamento de centenas de projectos Empreendedores, é consistente a ideia de que um dos principais desafios que hoje se coloca ao Empreendedor tem a ver com a partilha de risco e com a pressão do medo de falhar!

De facto, hoje um dos maiores dilemas que se exerce actualmente sobre os Empreendedores, em termos culturais, educacionais e sociais, assenta precisamente na pressão social sobre a possibilidade de falhar, que conduz ao estigma do insucesso.

Estado pode ter, nesta matéria, um papel preponderante.

A proposta de definição de políticas de incentivos e de apoio ao Empreendedorismo que induzam e potenciem uma espécie de “prémio de risco” face à atitude Empreendedora e Inovadora faz todo o sentido no actual contexto de desenvolvimento económico e social que vivemos em Portugal. É que os riscos actualmente associados ao Empreendedorismo não são colocados adequada e proporcionalmente, tendo em linha de conta as possibilidades de concretização dos projectos e os seus respectivos níveis de “recompensa” para os Empreendedores, em caso de sucesso.

Na União Europeia, têm sido levadas a cabo diversas medidas tomadas pelo Estado, que mostram claramente uma tendência que visa potenciar o referido “prémio de risco” para os Empreendedores, por exemplo, através da redução do nível de impostos para os mesmos e para as Start Ups, em geral.

Além disso, no presente contexto económico-social difícil, os empreendedores que, segundo um processo transparente e honesto, tiveram um resultado de insucesso porque não foram capazes de competir no mercado, poderiam ter acesso a leis de insolvência revistas que lhes permitissem ver reduzidas as barreiras para um novo recomeço, enquanto asseguravam a não existência de consequências negativas para os interesses dos seus credores e, por outro, incorporavam as “lessons learned” das experiências anteriores.

perspectiva de insucesso, para quem assume riscos de empreender negócios inovadores, constitui parte intrínseca da vida económica, e não pode ser tomada como um factor de pressão ou de desmotivação que conduza à passividade, mas, ao invés, deve obedecer a uma mudança de mentalidades que passa por um conjunto de políticas e de medidas que o Estado pode tomar, no domínio Educativo, por meio de programas educacionais que promovam a cultura do risco e da sua gestão, por meio de programas Fiscais, que induzam incentivos aos projectos empreendedores e por meio de quadros Legislativos, que originem revisão de leis, nomeadamente as que se referem à insolvência e que visem a oportunidade de começar de novo!”

Filipe Pamplona de Castro Soeiro

Membro da Direcção da APBA

Vogal da Comissão Executiva da SGE09

Patrocínio da NYSE Euronext

8 de Outubro, 2009

A NYSE Euronext Lisbon decidiu juntar-se a esta causa, aderindo como patrocinador da Semana Global do Empreendedorismo.

“(…)é uma iniciativa da maior importância na disseminação e afirmação do espírito empreendedor em Portugal, e que se enquadra na política de Responsabilidade Corporativa da Euronext Lisbon”

Que mais razões precisa para fazer parte deste movimento global?

Dinâmica da Semana

8 de Outubro, 2009

Já várias entidades se comprometeram a participar activamente na Semana Global do Empreendedorismo 2009.

Desde Universidades, Empresas, Câmaras Municipais, todos podem participar, basta organizar uma actividade relacionada com o empreendedorismo ou apenas participar nas actividades organizadas.

As entidades que responderam afirmativamente ao apelo da causa da SGE09 são:

Junte  a sua entidade e aumente o número de parceiros da Semana. Ainda vai a tempo de pensar uma actividade e de a organizar.

Ao registar a sua actividade no site Internacional da Semana, terá acesso a uma visibilidade, quer da sua actividade quer da sua empresa, mundial.

Este ano o projecto da Semana Global do Empreendedorismo será realizado em cerca de 90 países!

Empreendedorismo em Portugal

1 de Outubro, 2009

Portugal é muitas vezes descrito como sendo «pouco empreendedor», mas na verdade o GEM – Global Entrepreneurship Monitor 2007, projecto que envolveu 42 países e que é o maior estudo de empreendedorismo a nível mundial, indicou uma Taxa de Actividade Empreendedora early-stage de 8,8%, para Portugal, o que significa que em cada 100 adultos, cerca de 9 estiveram envolvidos em negócios em fase nascente quer na gestão de um novo negócio que tenha proporcionado remuneração por um período inferior a 42 meses, constituindo um bom resultado, dado que fomos os melhores classificados entre os 18 países da UE participantes, representando um acréscimo muito significativo relativamente à taxa verificada em 2004 (TEA de 4%).

O Eurobarómetro da Comissão Europeia, que para além dos países da UE, tem considerado também os EUA, a Noruega, Islândia e Liechtenstein, analisando a vontade empreendedora, conclui que relativamente a Portugal,  a falta de apoio financeiro (82% em Portugal; 74% de média europeia e 69% nos EUA) e o medo de falhar (62% em Portugal; 51% de média europeia e 33% nos EUA) são os maiores entraves ao empreendedorismo luso. Somos dos que mais desejamos empreender (62%), mais até que os americanos (61%) e bastante mais que a média europeia (45%), mas não temos coragem para dar o passo empreendedor, transformando uma ideia num negócio. Como inverter esta situação?

Para confirmar veja estas duas apresentações com casos de sucesso nacionais.

Promoção Portugal

Apresentação Portugal

Luís Barata

Secretário Geral da SEDES

Vice-Presidente da Comissão Executiva da SGE09

Empreender sem Ilusões

29 de Setembro, 2009

Na elaboração de um plano de negócios realista e cumprido à risca, a qualidade do projecto é fundamental, bem como o empreendedor acreditar e apostar na sua viabilidade. Começar pequeno, não ter tentações megalómanas. Os negócios de sucesso fazem-se passo a passo, crescendo ou recuando conforme as oportunidades e procura.

Luís Barata

Secretário Geral da SEDES

Vice-Presidente da Comissão Executiva SGE09

Apoio ao Empreendedorismo

29 de Setembro, 2009

Na nossa sociedade existe ainda o mito da banca como principal apoio ao empreendedorismo, mas na realidade os bancos não foram criados para correr riscos, dado que entre outras se “limitam” a emprestar o dinheiro dos outros sobre sua guarda e que mais tarde ou mais cedo terão que devolver, pelo que por norma exigem garantias nem sempre possíveis de prestar pelo novo empreendedor. Assim sendo temos nos dias de hoje outras formas mais correctas de recorrer a capital para iniciar, manter ou incrementar um negócio, como por exemplo recorrendo aos vários apoios ao abrigo do QREN, do Iapmei do Finicia, do IEFP, recorrendo aos Business Angels ( solução que prevejo elevado potencial) e ao mercado de capitais, onde existe uma bolsa especifica para PME a Alternext, sob a alçada da Euronext e que poderá representar uma verdadeira alternativa ao financiamento bancário recorrente.

Luís Barata

Secretário Geral da SEDES

Vice-Presidente da Comissão Executiva SGE09